Espaço para possibilitar a discussão sobre os problemas e soluções para São Francisco de Itabapoana
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
“Pessoas normais falam sobre coisas, pessoas inteligentes falam sobre ideias, pessoas mesquinhas falam sobre pessoas”
Platão
Na década de 20 do século passado surgiu uma corrente política que, no entanto, negava a política. Dizia que a política era a fonte de todos os males e da corrupção. Afirmava ainda que os políticos só pensavam em roubar, enquanto o povo padecia com o desemprego, a violência e a miséria.
E o povo, que sofria realmente com a miséria, a violência e o desemprego, ouvia com atenção essa nova corrente que se apresentava como “anti-política”. Inclusive prometia, ao chegar ao poder, abolir a política e instaurar o reino da honestidade, onde apenas o interesse público prevalecesse, para o bem comum.
Primeiro na Itália, depois na Alemanha, os líderes deste movimento, chamado fascismo, ganharam o poder, com Mussolini e Hitler proclamando abertamente que, em seus países, a política tinha sido “derrotada pela honra”.
O que se via nestes países, no entanto, no lugar da “política”, eram duas ditaduras sanguinárias, corruptas, racistas, que ao final conduziram o mundo para uma guerra que ceifou quarenta milhões de vidas.
Hoje, mais de 90 anos depois do surgimento do fascismo, em pleno século XXI, voltamos a assistir no Brasil um fenômeno correlato.
Incentivada pela mídia hegemônica (grandes jornais e TVs a serviço do capital) firma-se entre o povo a noção de que a política é uma coisa abjeta e que deve ser evitada. Para o senso comum, existem bons e maus médicos, bons e maus advogados, mas não existem bons e maus políticos: são todos da mesma espécie.
Este raciocínio raso serve aos interesses dos poderosos, pois como dizia Bertold Brecht, “que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem”.
Portanto, pensem muito antes de dar seu vota a quem nunca fez nada ou só faz falar do outro e falar mal.
Troque seu voto de cabresto por um voto consciente e de valor. Vamos começar a mudar nosso destino.
Mas não deixe de votar ou votar em branco ou nulo. Vote por uma causa> Pelo nosso município.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
resposta ao debate
Prezado blogueiro,
estou nesse momento ouvindo a rádio do blog do Paulo Noel onde há uma vinheta do debate onde fala:
no debate o candidato prefeito Frederico Barboza pergunta sobre os quatro meses de férias do outro candidato.
E eu pergunto, por onde andou o candidato e então vice prefeito nos quase 4 anos que a prefeitura de São Francisco fraudou e extorquiu dos cofres públicos milhões? O candidato estava trabalhando e não viu a “robalheira”? Ou estava de "férias"?
Assim como os eleitores de São Francisco, eu que sou eleitora de São Francisco quero saber.
Vou ficar sem resposta?
Correções
Correções
prezados,
no meu primeiro post estava com pressa e escrevi com alguns erros de digitação. Segue post corrigido
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Olá a todas os conterrâneos de São Francisco de Itabapoana. Hoje, enquanto fazia fisioterapia do ombro, pensava na situação de são Francisco. Não que por algum momento eu tenha deixado de pensar. Não! Isso nunca vai acontecer. Mas porque mesmo morando fora atualmente procuro estar sabendo do que acontece e do que pode acontecer com o município. Neste sentido, resolvi abrir um espaço público para dialogar com vocês e com quem queira discutir os assuntos referentes ao município para decidir melhor sobre os runos dessa terra. Para iniciar o debate quero fazer referência ao recente debate entre os candidatos ao pleito municipal. Fico preocupada com o nível dos debates instituídos num município onde a escolaridade é a mais baixa do Estado do Rio. Mais ainda em saber que o processo de proposição de perguntas e respostas, com certeza, está comprometido pela política de favores estabelecido entre o poder municipal e o único veículo de comunicação legal do município. Não vou relatar aqui o porque desse comprometimento, mas devo dizer que tenho certeza absoluta desse comprometimento. No entanto, deixando de lado essa questão, e baseado no que foi exposto no debate, vou fazer referência, nesse primeiro "post", a um ponto do debate: sobre a resposta dada ao candidato Frederico pelo candidato Dr. Pedro Cherene. O Dr. Pedro rebateu a pergunta do outro candidato questionando sua formação acadêmica. O candidato Frederico rebateu dizendo que era ensino médio e questionou seu opositor sobre a situação dos analfabetos. Sem direito ao rebate, a questão ficou no ar. e onde eu reflito com vocês hoje. O que quis dizer o candidato Frederico? Será que ele quis dizer que a situação do analfabetismo é ideal? Será que ele quis dizer que os cidadãos de São Francisco não merecem um governo que tem condições de governar melhor pela sua condição de preparação profissional? O que ele quis dizer? Afinal, em 97 eu fui contratada para dar aulas particulares a esse mesmo candidato que, então, estava no ensino médio. O que ele fez durante esse tempo? Durante esse tempo, muita gente em São Francisco com menos condições financeiras que o senhor prefeito estudou, se graduou e atá pós-graduou, simplesmente pelo fato de que conhecimento, nos dias de hoje, é um fator fundamental para o desenvolvimento da sociedade. Assim, fecho meu post e convido todos a refletirem sobre esse e outros pontos fundamentais para nossa decisão no pleito municipal que vem por aí Até o próximo Margarete da Silva Ramos - Professora.
Prezados amigos e amigas de São Francisco,
aqui vamos nós mais uma vez. Não deixem de prestar atenção nas propagandas do Supremo Tribunal Federal STF. Elas estão muito bem escolhidas e é pena que muitas vezes prestamos atenção nas novelas e no comercial das casas Bahia, mas não vemos o que o tribunal fala. Eu quero dar destaque aos seguintes comerciais do STF: sobre a importância de prestar atenção na lei da ficha limpa e que seu voto não deve ser vendido. O momento da eleição é um momento de extrema importância para as mudanças que queremos fazer. Não deixem de escolher pelos princípios e diga não à compra de voto.
Faça como o STF diz: valorize seu voto e não deixe de exercer seu direito de escolha.
Olá a todas os contenrrâneos de São Francisco de Itabapoana.
Hoje, enquanto fazia fisioterapia do ombro, pensava na situação de são Francisco. Não que por algum momento eu tenha deixado de pensar. Não! Isso nunca vai acontecer. Mas porque mesmo morando fora atualmente procuro estar sabendo do que acontece e do que pode acontecer com o município.
Neste sentido, resolvi abrir um espaço público para dialogar com vocês e com quem queira discutir os assuntos referentes ao município para decidir melhor sobre os runos dessa terra.
Para iniciar o debate quero fazer referência ao recente debate entre os candidatos ao pleito municipal. Fico preocupada com o nível dos debates instituídos num município onde a escolaridade é a mais baixa do Estado do Rio. Mais ainda em saber que o processo de proposição de perguntas e respostas, com certeza, está comprometido pela política de favores estabelecido entre o poder municipal e o único veículo de comunicação legal do município. Não vou relatar aqui o porque desse comprometimento, mas devo dizer que tenho certeza absoluta desse comprometimento.
No entanto, deixando de lado essa questão, e baseado no que foi exposto no debate, vou fazer refência, nesse primeiro "post", a um ponto do debate: sobre a resoposta dada ao candidato Frederico pelo candidato Dr. Pedro Cherene. O Dr. Pedro rebateu a pergunta do outro candidato questionando sua formação acadêmica. O candidato Frederico rebateu dizendo que era ensino médio e questionou seu opositor sobre a situação dos analfabetos. Sem direito ao rebate, a questão ficou noar. è onde eu reflito com vocês hoje. O que quis dizer o candidato Frederico? Será que ele quis dizer que a situação do analfabetismo é ideal? Será que ele quis dizer que os cidadãos de São Francisco não merecem um governo que tem condições de governar melhor pela sua condição de preparação profissional? O que le quis dizer? Afinal, em 87 eu fui contratada para dar aulas particulares a esse mesmo candidato que então estava no ensino médio. O que ele fez durante esse tempo? Durante esse tempo, muita gente em São Francisco com menos condições financeiras que o senhor prefeito estudou, se graduou e atá pós-graduou, simplesmente pelo fato de que conhecimento, nos dias de hoje, é um fator fundamental para o desenvolvimento da sociedade.
Assim, fecho meu post e convido todos a refletirem sobre esse e outros pontos fundamentais para nossa decisão no pleito municipal que vem por aí
Até o próximo
Margarete da Silva Ramos - Professora.
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